Início » Vida » Está liberado sentir?

Está liberado sentir?

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on telegram
Share on whatsapp
Share on email

Senso de responsabilidade, comportamento de dono, organização, olhar analítico, gestão de problemas – todo mundo já sabe de cor a lista de exigências para ser um bom líder. Mas uma nova característica tem mudado a forma como o mercado de trabalho enxerga essa posição e, mais que isso, o que de fato é liderar. A palavra de ordem é “empatia” e saber lidar com os sentimentos, seus e dos outros, passou a ser essencial para quem está na liderança.

O conceito de “liderança empática” se fez necessária conforme a saúde mental dos colaboradores das empresas passou a ser pauta obrigatória em qualquer reunião. A Organização Mundial da Saúde (OMS) indica que a depressão é a terceira doença que mais causa afastamentos no ambiente de trabalho e a crescente de casos caminha para um cenário de epidemia. Para combater a doença, explanar os sentimentos no ambiente de trabalho tornou-se mandatório e criar políticas que pensem no bem-estar dos membros da empresa também.

Por onde começar?  

Você pode estar se perguntando: mas por onde começar essa mudança de mentalidade?
O primeiro passo para as empresas é justamente discutir mais sobre saúde mental, um tema antes bastante ignorado por muita gente. 

Rodas de escuta, a criação de um canal aberto com o RH e até a contratação de uma psicóloga in house são boas opções – os colaboradores precisam, antes de tudo, sentir-se seguros e acolhidos. Investir em treinamentos com lideranças também é um passo bastante importante, é uma maneira de desconstruir o mito do super-herói e começar a criar uma cultura de liderança empática em quem tem a responsabilidade de gerir pessoas. 

E, aí, vamos falar sobre sentimento?

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.